terça-feira, 27 de julho de 2010




O HOMEM BEM AVENTURADO, uma análise do Salmo 1






Vivemos numa constante busca pela felicidade, não é verdade? ‘Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos escarnedores’. Logo fica fácil entender que para sermos bem-aventurados, ou felizes, não devemos andar no conselho dos ímpios, nem nos deter no caminho dos pecadores e nem nos assentar na roda dos escarnecedores, certo?

Mas quem são eles?

Assassinos, ladrões e assemelhados são os primeiros que nos vêm a mente. Contudo, a bíblia nos ensina que ímpio é a pessoa que, mesmo decente aos olhos do mundo, vive sua vida sem Deus.

Existe no mundo apenas dois grupos de pessoas: os piedosos e os ímpios. Jesus mesmo disse: ‘Quem não é por mim é contra mim’ [MT 12.30]. Os piedosos são os que confessaram Jesus como único Senhor de suas vidas, vão à casa de Deus com regularidade, têm uma vida de oração, estuda a palavra de Deus e doam de seu tempo e recursos para a obra de Deus. Quem não faz estas coisas é ímpio.

Para sermos felizes, não devemos nos deter no caminho dos pecadores. ‘Deter-se’ significa acatar suas posições e, abertamente, aceitar se estilo pecaminoso de vida. Além disso, vivemos em uma sociedade por demais permissiva e que nada mais parece ser errado. O conselho dos ímpios tem dado novos nomes a velhos pecados com o objetivo de torná-los mais aceitáveis.

- Adultério virou amor livre;

- Um mentiroso virou uma pessoa extrovertida com uma grande imaginação;

- O ladrão agora é um financista criativo, e por ai vai...

O que temos que entender é que pecado não é aquilo que a mídia diz que é. Pecado é aquilo que Deus diz que é.

O RÓTULO QUE DEUS COLOCA NAS COISAS NÃO MUDA NUNCA!

Para sermos felizes, não deveríamos dar ouvidos aos escarnecedores (zombadores, caçoadores) que ridicularizam todo aquele que tem fé em Deus. Os escarnecedores são mestres em condenar, proclamando que não precisam de salvação. Podemos optar entre ser uma árvore plantada perto de uma corrente de águas, com folhas verdes e muitos frutos, ou, então, ser como um punhado de palha inútil levada pelo vento.

A escolha é nossa! E qual será a sua?

Opte por dizer não ao pecado e sim para Deus, ai sim você encontrá a felicidade que tanto anseia!

Este material foi reformulado a partir do material de estudos contidos na ‘Bíblia de Estudos das Profecias’!


Por: Glauber Soares

quarta-feira, 9 de junho de 2010

AMOR HEAVY METAL


“Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos,
que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e se lhe atirasse ao mar.” Mt 18:6

Há alguns anos, estive no Tribal Generation, um fórum que reúne os que dedicam-se a buscar com a mensagem e o testemunho do evangelho, o pessoal da geração chamada emergente.

Foi em Uberlândia-MG. Muita tribo reunida, muita emoção da minha parte ao ver gente maluca de toda espécie – maluca por Jesus e por gente. Gente de todo tipo. Gente que precisa Dele. E que, apesar da nossa velha expectativa religiosa (e preconceituosa), na maioria das vezes, mudada pela cruz, é transformada completamente, mas só por dentro. Por fora, geralmente, contrariamente do que o nosso farisaísmo podia esperar, continuam os mesmos – nos cabelos, nas roupas e adereços, rigorosamente iguais.

Pois foi ai, em meio a muita coisa de Deus no meu coração, no confronto com essas minhas ideias menores, ridículas que ainda teimavam em estar nos cantos escondidos da alma, é que me encontrei com duas ex-ovelhas, do tempo em que pastoreei uma comunidade que se reunia num velho cinema do centro da cidade.

Deviam cada uma, estar já na casa dos 70, 70 e poucos anos. Mas, não tivesse eu uma memória fotográfica – coisa de cartunista – não as teria reconhecido.

Cada uma, vestidinha de preto, dos pés à cabeça, bijouterias esquisitas e pasme, com bandanas pretas a cobrirem os cabelos nevados.

Na hora, eu deixei soltar aquela clássica, fruto do inusitado da cena: “Até vocês, minhas irmãs? O que é isso? Que roupas são essas?”…

Tente imaginar a cena e o meu espanto, diante de duas senhoras, exemplos de oração e dedicação piedosa, duas senhoras septuagenárias, na acepção do termo. Ali, diante de mim, duas malucas, passadas do tempo, com correntes e tudo à volta da cintura.

Na hora, explicaram-me rapidamente as duas, com toda a autoridade que os céus lhes dava: “Rubinho, pastor amado, estamos assim porque vamos receber pra um concerto aqueles jovens malucos do death metal” (eu confesso: nunca soube que havia até categorias a dividir os caras do movimento heavy!) e emendaram… “e não queremos de maneira nenhuma escandalizar os meninos!”

Tai ai. Naquela noite tive – pela primeira vez na minha vida – ouvido no mais estrito senso bíblico que, creio, Cristo havia utilizado para defender os pequenos, os que mais necessitados e distantes estavam da mesa farta da graça de Deus.

Até aquela tarde, só tinha ouvido a aplicação dessa palavra, no lado oposto, como um escudo farisaico contra pessoas, para resguardarem um limite de intolerância e preconceito. Algo usado para proteger gente que, como crente, madura, velha de casa, devia mais era ter misericórdia e força suficiente para rebaixar-se à estatura dos perdidos e débeis na fé, para servi-los apresentando-lhes o amor do Pai. E não o contrário.

Desde há muito, ouvira esse: “Cuidado para não escandalizar”, para proteger gente que já devia ter maturidade suficiente para flexionar-se à estatura dos mais novos.

Escândalo, cara, é fazer algo, é portarmos-nos de modo a impedir as pessoas de virem a Cristo. Aplicado a crente, escândalo nada mais é do que frescura.

Aplicado à crentes maduros é incentivar a intolerância, o preconceito e o fechar-lhes a guarda em torno das suas preferências, manias e gostos.

Cristo nos chama hoje a despirmos-nos dos nossos cômodos escudos de proteção contra os outros, daquilo que fazem de nós pedra de tropeço à aqueles que querem vir a Ele. Como aliás, Ele fez, despindo-se que tudo o que possuía no céu e vestir-se dessa roupinha ridícula, sensível, frágil, de humanidade.

Estamos prontos a abrirmos mãos de nós mesmos pelos outros? Até que ponto estamos dispostos a ir para não os escandalizarmos?

Nessa tarde, lembrei-me da lição daquelas duas malucas lindas e amadas da minha terra. E orei pra que nunca percam esse amor e elasticidade no irem até aos pequenos.

Nada mais radical e maluco!

Texto de Rubinho Pirola

texto retirado de Solomon1

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

SKILLET


Essa semana com um certo atraso voltamos com a banda da semana....
Dessa vez a banda da semana é a banda SKILLET

Biografia

Skillet é uma banda de rock cristão de Memphis, Tennessee, formada em 1996. A banda é composta por John Cooper (vocalista, baixista), Korey Cooper (guitarrista, tecladista e backing vocal), Bem Kasica (guitarrista) e Jen Ledger (baterista). Skillet gravou sete álbuns em estúdio e recentemente, foi indicado ao Grammy Awards com dois deles, Collide (2004) e Comatose (2006). De lá pra cá, a banda tem expandido em muitos gêneros diferentes, incluindo Alternativo, Rock Industrial e Hard Rock.

História da banda.
A banda surgiu em 1996 com apenas John Cooper e Ken Steorts. Com o incentivo de seu pastor, a banda começou a tocar e logo Trey McClurkin se juntou como baterista temporário. A banda assinou com a ForeFront Records e logo lançaram o álbum Skillet que foi bem aceito pelo público e logo iniciaram uma pequena turnê.

Em 1998, a banda lançou seu segundo álbum, Hey You, I Love Your Soul. A diferença entre este e o primeiro álbum está na dependência dos teclados.

Pouco antes da gravação do terceiro álbum, Invincible - lançado em 2000, Ken Steorts deixa a banda e Kevin Haaland assume o posto de guitarrista. Após o lançamento de Invincible, Trey McClurkin também deixa a banda e Lori Peters assume a bateria. No mesmo ano, a banda lança seu primeiro CD de adoração, Ardent Worship.

Mais uma vez, agora em 2001, o posto de guitarrista é mudado, assim, Ben Kasica assume o lugar de Kevin Haaland. Esse ano também é marcado pelo lançamento de Alien Youth, que foi muito bem aceito pelo público, levando o Skillet a sua primeira grande turnê pelos Estados Unidos.

Em 2003, pelo selo Ardent Records, a banda lança Collide, que chamou a atenção de Andy Krap, presidente da A&R da Lava Records e, em 2004, os direitos de Collide foram comprados pela Lava Records, uma divisão da Atlantic Records. Em maio de 2004, Collide foi relançado sob o selo da Lava Records, com uma faixa bônus: “Open Wounds”. Citando Linkin Park e P.O.D. como algumas das influências musicais de Collide, John Cooper disse: “Bem, eu sou um compositor e ouço de tudo, mas filtro o que eu gosto e o que eu não gosto. Todas essas coisas tem tido uma influência sobre mim”.

O álbum Collide levou Skillet a sua primeira indicação do Grammy Awards de 2005 como Melhor Álbum de Rock do Ano. Ele se tornou o álbum mais vendido até a data da premiação, com mais de 200.000 cópias, enquanto a banda fazia cerca de 200 apresentações em um ano - incluindo turnês com as bandas seculares Saliva, Shinedown e Finger Eleven, Three Days Grace, Breaking Benjamin e Seether.

O próximo álbum lançado foi Comatose, em 2006, com arranjos específicos e levando a banda a sua segunda indicação ao Grammy Awards de 2007 como Melhor Álbum de Rock ou Rap do Ano e à vitória na indicação ao GMA Dove Awards de 2008 na categoria de Melhor Música de Rock do Ano com a canção “Comatose”.

Em 2007, Skillet lançou o Comatose Deluxe Edition CD/DVD e o The Older I Get EP.

Em janeiro de 2008, a baterista Lori Peters deixa banda para “escrever um novo capítulo em sua vida, agora longe da estrada” e a bateria é assumida por Jen Ledger. Em outubro de 2008, Skillet lançou Comatose Comes Alive CD/DVD Combo, que foi gravado em um show no Tennessee (EUA) em abril de 2008.

Turnês.
Skillet iniciou sua carreira fazendo turnês com bandas já conhecidas do público, como as seculares Breaking Benjamin, Three Days Grace e Seether. Além dessas bandas, Skillet abriu alguns shows de Flyleaf na turnê Justice & Mercy (2007) que foi cancelada devido alguns problemas vocais de Lacey Mosley, vocalista do Flyleaf.

A banda também se juntou a Ron Luce & Teen Mania Ministries para uma turnê, Acquire Fire Tour pelos Estados Unidos e Canadá, e depois da turnê junto com Flyleaf, a banda se uniu novamente a Ron Luce e viajaram ao México com o Expedição Global, um programa para missionários adolescentes.

A última turnê da banda ocorreu entre março e maio do ano passado, com Thousand Foot Krutch abrindo os shows, na intitulada Comatose Tour. A banda participou de vários festivais, entre eles o SoulFest - evento com vários artistas cristãos, o Winter Jam Tour 2008 e California Mid State Fair 2008.

Integrantes:
John Cooper - Vocal e contrabaixo
Korey Cooper - Guitarra, Teclado e Sintetizador
Ben Kasica - Guitarra
Jen Ledger - Baterista

Discografia:
Skillet - 1996;
Hey You, I Love Your Soul - 1998;
Invincible - 2000;
Ardent Worship - 2000;
Alien youth - 2001;
Collide - 2003;
Comatose - 2006;
Comatose Deluxe Edition CD/DVD - 2007;
The Older I Get EP - 2007;
Comatose Comes Alive CD/DVD - 2008
Awake - 2009
Awake - Deluxe Edition - 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

VOCÊ SABE EVANGELIZAR?


McLaren levantou oito fatores que devem influenciar a evangelização hoje, de forma bem sumarizada, listo-os abaixo:

1. O Fator Relacional: O que conta são os relacionamentos que levam às conversas espirituais. Você começa o evangelismo não por ser religioso, mas em ser humano, no relacionamento, não em mostrar as regras religiosas e a devoção do dia a dia.

2. O Fator Narrativo: Ouça suas histórias, divida sua história e divida a história de Deus, não somente fórmulas ou proposições

3. O Fator Comunidade: Aguarde que a conversão ocorra normalmente no contexto de vida em uma comunidade autêntica e que não se restrinja ao contexto de busca de informações.

4. O Fator da Jornada: Veja o discipulado visando um processo holístico que não tem um ponto final, não visando somente o evento da conversão.

5. O Fator Espírito Santo: Creia que Deus trabalha “por fora” em todas as pessoas (tanto trabalhando nas pessoas cristãs para trazer outros para fé tanto nelas mesmo para cruzarem a linha da fé), não somente “dentro” da igreja.

6. O Fator do Aprendizado: Veja o evangelismo como parte de seu discipulado – não somente para o aprendizado da outra pessoa.

7. O Fator Missionário: Veja o evangelismo como recrutar pessoas para a missão de Deus na terra, não somente para levá-los ao céu.

8. O Fator Serviço: Veja evangelismo como uma face de nossa identidade como servos.


fonte: SOLOMON1

Por: Mateus Wolff

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

GODCORE


Continuando a onda do último post a banda semana é a banda GodCore...

A banda GodCore nasceu em 2006, com a união de amigos, apaixonados pela mensagem de Jesus Cristo, mas que não se encaixavam nos padrões "crentes" que a maioria das pessoas têm.
O som foi tomando corpo, e a identidade veio com o tempo. Um som SkateMusic define bem o perfil da banda. E demonstra também o objetivo que é somente: levar a palavra de Deus pros caras do skate, do surf, pros manos do rap e pros malucos do reggae, daí o nome GodCore (que traduzido ao pé da letra significa "Estilo de Deus"), mostrando que a banda não levanta nenhuma bandeira de som, esporte ou de qualquer outra coisa, senão somente o nome de Jesus Cristo. Santidade Adoração Salvação.
Em 2009, a consumação de um sonho. Em fim, GODCORE grava o seu primeiro CD, e a expectativa agora fica para o segundo CD.

Fabão: Guitarra e Vocal
Fabrício: Batera
EsdrasBrank: Baixo

Então, galera.....na próxima semana temos uma nova banda....
xD

por Mateus Wolff